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Conheça a rotina de profissões que dão inveja a qualquer um

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A profissão de jogador de futebol

Futebol é uma das grandes paixões nacionais, e por conta disso a maioria dos brasileiros domina as regras básicas do esporte e já jogou ao menos uma partida na vida. Além de mostrar o talento nos estádios, os sortudos que escolheram - e conseguiram - ter o futebol como profissão vivem uma rotina de treinos intensos, são cobrados por desempenho e forma física. A habilidade faz com que o jogador seja cobiçado por grandes times, e se vier acompanhada de carisma, melhor ainda. Afinal, os astros da bola podem atrair patrocínios, e muitas vezes agem como verdadeiros garotos-propaganda.

O futebol de campo é o mais popular no país. No entanto, por ser muito adotada nas escolas, a variante de salão tem revelado muitos craques para o mundo. Outra modalidade que está em ascensão é o futebol de areia.

Como se tornar um jogador

A possibilidade de ganhar milhões e ficar famoso jogando futebol é sedutora, porém rara. A realidade é que, com o mercado concorridíssimo, até mesmo fazer parte de um time se torna tarefa das mais difíceis. Além de se destacar com a bola nos pés, o futuro jogador deve estar preparado para encarar muitos testes.

Um bom começo é se matricular em uma escolinha de futebol, ainda na infância. Se a instituição for associada a um clube, melhor ainda. A maioria dos times mantém contato com escolas e envia representantes ou olheiros - esses profissionais fazem uma pré-avaliação dos alunos, e indicam os melhores para os testes de habilidade. Se a escolinha não é vinculada a um clube, outra saída são os testes abertos.

Com essas avaliações, mais conhecidas como peneiras, são selecionados os jogadores para as categorias de base. Este é o momento em que não dá para desanimar: a cada peneira, são aprovados menos de 1% dos candidatos. Até mesmo grandes craques passaram por diversos testes antes de conseguir engrenar a carreira. O exemplo mais famoso é o de Cafú, que foi aprovado somente após a décima peneira em que participou. Se ele tivesse desistido, nada de levantar a taça dos pentacampeões na Copa de 2002...

Após passar pelas avaliações, o jogador adolescente passa a treinar nas categorias de base, mas só poderá assinar com um clube após os 16 anos. Ao alcançar a idade mínima, o esportista pode receber propostas de contrato profissional. Para a oportunidade não virar uma roubada, analise os termos e condições. Vale a pena buscar orientações de um agente credenciado pela Fifa e do sindicato de atletas da sua região.

Conteúdo ClubALFA

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